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Os três bois e o leão Por: Pedro Esmeraldo

Esta fábula é do grego Esopo e vou narrá-la para comparar com o comportamento de alguns políticos cratenses. Três bois muito ligados dividiam tudo entre si: um dia, um leão não podendo saciá-los, devido a sua união convenceu-os a pastarem separadamente. Pensando bem em decifrar o efeito moral desta fábula, nota-se que pessoa alguma pode conseguir bom desempenho em seu trabalho, sozinho, no meio dos inimigos. Se quiser viver tranqüilo é preciso afastar-se destes algozes e confiar mais nos amigos. Partindo para um raciocínio digno lembro que a maioria dos políticos cratenses deixa de conviver com os amigos a fim a apoiar integralmente aos inimigos que vêm de fora. Privam o Crato de grandes melhoramentos, a não ser conseguir migalhas e facilmente entregar o ouro aos bandidos. Deixam de lado os amigos sinceros para contemplar o desrespeito e o desmerecimento causando prejuízo ao progresso dessa cidade. Por isso, Crato está se esvaziando e ninguém toma atitudes para evitar esses abusos artimanhosos de seus algozes, afastam o Crato do caminho do progresso acelerado.

Os homens de bem ficam alheios a essas mazelas e não abarcam a causa da justiça e do respeito para com o povo. Ultimamente, o Crato sofre desesperadamente devido o esquecimento e abandono das autoridades da esfera estadual. Nada trazem para cá. Isto considero um desaforo para os filhos amantes desta terra, pois são obrigados a gritarem sozinhos para ver se ao menos amenize o controle do desenvolvimento desta cidade. Falam do Plano de Aceleração e Crescimento, mas não chega para o Crato. Dizem que há projetos elaborados pela prefeitura, mas só ficam no papel, projetos esses que datam de muito tempo. Apesar de tanta falação, não dão inicio as obras. É o caso da Escola de Agronomia e do Centro de Convenções. Falam, falam, mas cai no esquecimento. Não se deve esquecer o esvaziamento desta cidade. Já levaram daqui várias instituições estaduais e federais considerando esta terra como sendo terra de ninguém. O que mais aflige é que os políticos não lutam, quedam-se na resignação, não reagem, dizem sempre amém.
Convém citar que os astuciosos e invejosos não deixam vir nada para o Crato. Tudo que vem é arrematado pelos pilantras do engodo.

Não deixam mais o Crato caminhar firmemente. É como se o nome do Crato fosse riscado do mapa. Toda a população tem desgosto desses políticos acomodados que acolhem mansamente as artimanhas para não vir nada para o Crato, a não ser migalhas, dizendo que sendo bom para lá é bom para o Cariri. Esta conversa falaciosa deixa todo mundo revoltado e indignado. Agora, estão falando em zona metropolitana que seria um contra senso deixar o Crato de lado da zona de apoio, já que esta cidade foi o centro de desenvolvimento cultural, agrícola e política de todo o sul do estado. Lembro ainda, há mais ou menos dois anos, Crato perdeu o Centro Universitário que aqui seria localizado, patrocinado pela UFC. Devido às artimanhas políticas, Crato perdeu esse desenvolvimento educativo. Isto provocou reação de muitos cratenses, através de luta titânica patrocinado pelo Instituto Cultural do Cariri – ICC. Mesmo assim, estão fazendo vista grossa para que venha se estabelecer aqui a Faculdade de Agronomia como fora prometido. Dizem com muito respeito, que os políticos desta terra não andam caminhando com firmeza e ficam atoleimados diante das palavras indecorosas desses algozes que só vêm aqui atrapalhar e confiscar todo o melhoramento da cidade. Confirmo que o Crato é uma janela aberta para conectar as cidades vizinhas deste e de outros estados. Não conseguem satisfazer o desejo dessa população que é o de tornar esta cidade no maior Centro Universitário do interior do nordeste. Recorde-se, ainda, que alguns políticos praticam o clientelismo fisiológico e procuram sanar os problemas com dificuldade, já que o dinheiro é pouco para a prática e bom desempenho administrativo.

Quero agradecer as palavras elogiosas dirigidas a minha pessoa pelo escritor cratense radicado em Fortaleza, filho do particular amigo, ex-vereador Pedro Saraiva de Macedo. Muito obrigado senhor Zé Nilton, mas continuarei lutando por esta terra até o fim.

Crato, 16 de Abril de 2009.

PEDRO ESMERALDO

Os três bois e o leão Por: Pedro Esmeraldo

Esta fábula é do grego Esopo e vou narrá-la para comparar com o comportamento de alguns políticos cratenses.
Três bois muito ligados dividiam tudo entre si: um dia, um leão não podendo saciá-los, devido a sua união convenceu-os a pastarem separadamente.
Pensando bem em decifrar o efeito moral desta fábula, nota-se que pessoa alguma pode conseguir bom desempenho em seu trabalho, sozinho, no meio dos inimigos. Se quiser viver tranqüilo é preciso afastar-se destes algozes e confiar mais nos amigos.
Partindo para um raciocínio digno lembro que a maioria dos políticos cratenses deixam de conviver com os amigos a fim a apoiar integralmente aos inimigos que vêm de fora. Privam o Crato de grandes melhoramentos, a não ser conseguir migalhas e facilmente entregar o ouro aos bandidos. Deixam de lado os amigos sinceros para contemplar o desrespeito e o desmerecimento causando prejuízo ao progresso dessa cidade. Por isso, Crato está se esvaziando e ninguém toma atitudes para evitar esses abusos artimanhosos de seus algozes, afastam o Crato do caminho do progresso acelerado.
Os homens de bem ficam alheios a essas mazelas e não abarcam a causa da justiça e do respeito para com o povo. Ultimamente, o Crato sofre desesperadamente devido o esquecimento e abandono das autoridades da esfera estadual. Nada trazem para cá. Isto considero um desaforo para os filhos amantes desta terra, pois são obrigados a gritarem sozinhos para ver se ao menos amenize o controle do desenvolvimento desta cidade.
Falam do Plano de Aceleração e Crescimento, mas não chega para o Crato.
Dizem que há projetos elaborados pela prefeitura mas só ficam no papel, projetos esses que datam de muito tempo. Apesar de tanta falação, não dão inicio as obras. É o caso da Escola de Agronomia e do Centro de Convenções. Falam, falam, mas cai no esquecimento.
Não se deve esquecer o esvaziamento desta cidade. Já levaram daqui várias instituições estaduais e federais consderando esta terra como sendo terra de ninguém. O que mais aflige é que os políticos não lutam, quedam-se na resignação, não reagem, dizem sempre amém.
Convém citar que os astuciosos e invejosos não deixam vir nada para o Crato. Tudo que vem é arrematado pelos pilantras do engodo.
Não deixam mais o Crato caminhar firmemente. É como se o nome do Crato fosse riscado do mapa. Toda a população tem desgosto desses políticos acomodados que acolhem mansamente as artimanhas para não vir nada para o Crato, a não ser migalhas, dizendo que sendo bom para lá é bom para o Cariri.
Esta conversa falaciosa deixa todo mundo revoltado e indignado. Agora, estão falando em zona metropolitana que seria um contra senso deixar o Crato de lado da zona de apoio, já que esta cidade foi o centro de desenvolvimento cultural, agrícola e política de todo o sul do estado. Lembro ainda, há mais ou menos dois anos, Crato perdeu o Centro Universitário que aqui seria localizado, patrocinado pela UFC. Devido às artimanhas políticas, Crato perdeu esse desenvolvimento educativo. Isto provocou reação de muitos cratenses, através de luta titânica patrocinado pelo Instituto Cultural do Cariri – ICC. Mesmo assim, estão fazendo vista grossa para que venha se estabelecer aqui a Faculdade de Agronomia como fora prometido.
Dizem com muito respeito, que os políticos desta terra não andam caminhando com firmeza e ficam atoleimados diante das palavras indecorosas desses algozes que só vêm aqui atrapalhar e confiscar todo o melhoramento da cidade.
Confirmo que o Crato é uma janela aberta para conectar as cidades vizinhas deste e de outros estados. Não conseguem satisfazer o desejo dessa população que é o de tornar esta cidade no maior Centro Universitário do interior do nordeste.
Recordem-se, ainda, que alguns políticos praticam o clientelismo fisiológico e procuram sanar os problemas com dificuldade, já que o dinheiro é pouco para a prática e bom desempenho administrativo.
Quero agradecer as palavras elogiosas dirigidas a minha pessoa pelo escritor cratense radicado em Fortaleza, filho do particular amigo, ex-vereador Pedro Saraiva de Macedo.
Muito obrigado senhor Zé Nilton, mas continuarei lutando por esta terra até o fim.

Crato, 16 de Abril de 2009.

PEDRO ESMERALDO

O cão e o lobo – Por: Pedro Esmeraldo

Esta fábula ouvi no programa evangélico, narrado por um Pastor protestante, dizendo ele pertencer a La Fontaine, no inicio do século XXI, e passo a relata-la: Um cão, muito bonito e bem nutrido, certo dia resolve dar um passeio pela mata, a fim de vencer o stress. Apos andar bastante, casualmente encontrou um lobo faminto, rabugento e desnutrido que, em sua toca, ficou admirado diante da imponência do cão e, imediatamente, fez a seguinte pergunta:
- Camarada cão, o que você faz para ser tão bonito e bem nutrido, enquanto eu vivo faminto e, quando tenho sorte, encontro uma caça e sou obrigado a dividi-la com toda a alcatéia?
- Ah, camarada lobo, respondeu-lhe o cão: eu uso da minha inteligência. Faço acordo com o meu amo e ele me da desde o empregado para cuidar de mim até comida à vontade em troca de pouca coisa, ou seja, avisa-lo à noite quando aparece algo de estranho. Mas, se você quiser, falarei com o meu amo e ele passara a dispensar a você o mesmo tratamento que a mim é dado.
- Aceito, disse o lobo. Os dois saíram andando pelos caminhos ínvios da floresta. A certa altura, o lobo teve a iniciativa de olhar para o pescoço do cão e descobriu uma peladura que o deixou intrigado. Refletiu e, parando de andar, perguntou ao cão:
- Camarada cão, o que significa essa peladura no seu pescoço?
- Ah, camarada lobo, não é nada demais, respondeu o cão. É apenas a marca da corrente com que, a mando do meu amo, o meu mordomo, me amarra durante o dia, para impedir-me de entrar em contato com pessoas estranhas e adquirir amizades que venham a atrapalhar o meu serviço durante a noite. Mas, a gente se acostuma com isso e
o que interessa é viver tranqüilo e sem atropelos.
- Ah, camarada cão, retrucou o lobo. Prefiro viver faminto, rabugento e desnutrido do que suportar os grilhões do patrão. Despedindo-se, voltou para a sua toca.
Nessa fabula, vejo uma semelhança bastante interessante entre os políticos e o povo do Crato.
Enquanto os políticos cratenses, preguiçosos e acomodados, n5o reagem aos insultos e provocações e fraquejam diante de qualquer obstáculo, o povo do Crato, inerte, a tudo assiste, aceitando, de bom grado, todas as artimanhas políticas a que é submetido.
Por isso, diante desse comodismo de ambas as partes, deixo aqui o meu protesto, exortando os políticos a deixarem de lado o clientelismo e passarem a cumprir o dever de bem administrar a cidade, oferecendo ao povo ruas transitáveis, praças arborizadas, escolas de bom nível, hospitais e postos de atendimento médicos mais aparelhados e dotados de bons profissionais, além de áreas de lazer que permitam a prática de esportes, não descuidando de cobrar do governo estadual maior segurança para a população.
Por outro lado, exorto também a população cratense no sentido de cobrar dos seus políticos maior empenho no trato da coisa pública e abandonar por completo a prática da subserviência provocada pela dependência de empregos públicos.
A meu ver, somente com a união de todos, o Crato recuperará o lugar de destaque que sempre ocupou no cenário político, educacional e econômico do estado e que vem perdendo, ao longo dos tempos, para cidades circunvizinhas, por inércia dos seus políticos e apatia da sua população que, na sua maioria, vive de saudosismo, e vota em políticos de outras plagas em detrimento daqueles que, por serem cratenses, estão mais compromissados com os interesses da cidade.
Vamos mudar de atitude e conservar o objetivo comum que é o bem do Crato, pois podemos mudar o percurso dos rios, mas nunca o destino das águas.

Crato-Cc, 17.03.2009

POR PEDRO ESMERALDO

Alguns dados folclóricos do Crato – Por: Pedro Esmeraldo

Sempre fomos grandes admiradores do folclore, não podendo deixar de enaltecer esse grande procedimento folclorista, visto consideramos como sendo estudo da arte das atividades populares através dos povos civilizados.
Observamos que o Crato é um centro folclorista do Cariri, pois na verdade, aqui se iniciou e divulgou as atividades folclóricas, que surgiram os primeiros ensaios dos estudos desta arte popular no centro do Nordeste.
Ontem, Dia de Reis, 06 de janeiro de 2009, casualmente, passando pela Praça da Sé, deparamo-nos com os reisados, homenageando os Reis Magos, isto vem de há muito, que se notabilizou tradicionalmente, perdura até agora e deve preservar através dos tempos.
Foi apresentada pelas filhas do mestre Dedé de Luna e outros. Souberam divulgar com galhardia as proezas do pai, o mestre Dedé, grande folclorista desta cidade, falecido há pouco tempo. Conhecemos bem essa figura histórica por meio de seus esforços. Lembramos do seu valor, amava o Crato com entusiasmo inebriante, deixando toda a população alegre e satisfeita pelo movimento febril de suas danças populares. Infelizmente, o mestre Dedé já se foi. Uma insidiosa doença o levou, deixando uma lacuna no meio das danças populares desta cidade. Continuando com a arte de seu pai, suas filhas mantêm a tradição, com reduto feminino, coisa admirável, já que sente o desinteresse masculino, visto que os homens, por negligência ou por preconceito não desejam mais participar, distanciando-se do meio folclórico regional.
Além do mestre Dedé, há outras pessoas notáveis mantendo o desejo de preservar a cultura popular que deve ser cooperada pelas autoridades desta cidade, dando o inteiro apoio para preservar essa tradição.
Lembramos também do grande folclorista e jornalista Figueiredo Filho, considerado o guia intelectual das artes populares do Crato, bem como Correinha, um baluarte do folclore.
Observamos ainda outras figuras dignas de merecimentos, podendo citar o mestre Elói, que foi dos maiores interessados pela preservação do folclore local, como também recordamos de Valderedo Gonçalves, que soube cativar a população com artes nobres, mostrando a qualidade de artistas inteligentes, sóbrios e perspicazes e que manipularam as artes com dedicação e apreço. Outro grande artista cratense, improvisador, Cego Aderaldo, (A. Ferreira de Araújo), um dos maiores do Nordeste, nascido aqui em Crato, no ano de 1882, falecido em Recife, em 1967. Foi trovador popular, aprendeu a tocar viola depois que perdeu a visão.
Não podemos esquecer a figura esplêndida de José de Matos, poeta, repentista, crítico, irreverente, respondia tudo através das poesias mordazes e que deixava todos satisfeitos com suas tiradas picantes. Não temos muito conhecimento desse poeta. Não sabemos pormenores, mas deixou palavras que até hoje são recitadas pela massa popular.

POR: PEDRO ESMERALDO

O leiteiro Pai Velho – Por: Pedro Esmeraldo

No decorrer da década de 30 do século passado, apareceu um senhor gordo, estatura mediana, tez branca, para trabalhar como agregado na agricultura. Vindo da Paraíba, naturalmente da cidade de Princesa Isabel, no período de 1910, para se estabelecer em Juazeiro do Norte.
Era homem de feição atlética, destemido, astucioso, constituído de humildade espetacular, deixava todo mundo admirado pela sua capacidade de trabalho.
Participou de lutas armadas nos períodos áureos das revoltas sanguinárias do Nordeste. Pertenceu à falange do senhor José Pereira, o revoltoso conhecido no Nordeste. Lutou com bravura na Sedição de Juazeiro, ao lado do doutor Floro Bartolomeu. Quando terminou a revolta dessa cidade, o senhor Severino Moreira dos Santos, conhecido no meio das revoltosas, tornou-se nômade, até quando chegou ao engenho do meu pai e obteve o oficio de leiteiro. Devido a sua astúcia e honestidade, com muita capacidade de trabalho, foi um senhor respeitado e querido pelo meu pai. No início, gostava de tomar uns porres exagerados, mas meu pai o chamou à atenção, fazendo com que ele suspendesse a bebida até o fim da vida, a não ser com pequenas doses em períodos festivos. Permaneceu por cerca de mais de 20 anos na venda de leite, sem faltar um dia sequer, até mesmo nos períodos mais críticos das épocas chuvosas. Como era o mais velho da turma de venda de leite, recebeu carinhosamente o apelido de Pai Velho, apelido esse que permaneceu até o final de sua vida.
No ano 1948, acometido de fortes dores, causadas pelo reumatismo, teve de abandonar a venda de leite, indo morar no vizinho estado de Pernambuco, na cidade de Bodocó. Lá comprou uma gleba de terra e foi trabalhar na agricultura no cultivo de algodão.
Jamais se afastou do meu pai. Foi um exímio agricultor, trabalhando sem parar até perto de sua morte, no ano 1986, com quase 100 anos de idade.
Pai Velho foi um senhor muito dedicado aos amigos, nunca deixou dúvidas; sabia separar o joio do trigo; atendia às necessidades de todos, quando era preciso. Brincalhão, fleugmático, não se zangava por qualquer brincadeira, mas sabia retribuir aos amigos com palavras jocosas, com muita sinceridade.
Pai Velho foi um cidadão que serve de exemplo para a juventude de hoje. Foi um esteio que demonstrava dar bons exemplos às pessoas que seriam engrandecidas, através de comportamento exemplar.
Humilde, perseverante, homem dessa estirpe é difícil encontrar, nos tempos de hoje, no meio das camadas desvairadas do século XXI.

POR PEDRO ESMERALDO

De amigo para amigos – Por: Pedro Esmeraldo

Escrevemos-lhes porque precisamos desabafar com alguém que nos venha assegurar compreensão mútua e destreza em nossas atividades.
Soubemos por intermédio de terceiros que os amigos veem dizendo que a valorização das terras cratenses está abaixo do valor determinado pela mídia empresarial: Puro engano! Declaramos com firmeza que a valorização de terras contíguas é igual as demais. Nada de querer desfazer do nosso patrimônio territorial.
Se alguém citar as nossas terras abaixo do valor é porque tem um pinguinho de inveja. Cremos que, com toda certeza, essas conversas balelas são inventadas pelos inimigos ocultos do Crato.
Confirmamos: Quem foi rei sempre será majestade. Garantimos que não estaremos nem aí com essas conversas torpes e injuriosas.
Nós, os cratenses, usamos de nossas prerrogativas e podemos cantar alto dizendo que os municípios vizinhos e equidistantes devem a nossa cidade, pois além de serem filhos do Crato; foram beneficiados em todas as áreas como: educação, saúde, economia, agricultura, etc e quando acham de querer dilacerar a nossa terra por intermédio de medidas falaciosas, deixando-nos cair numa lacuna discordante, tudo isto causado pelas mazelas de alguns astuciosos que só nos procuram para nos hostilizar, deixando-nos completamente dispersos; já que nem temos força suficiente para reagir. Isto se tornou medida estarrecedora o que nos deixa a ver navios.
Reparem bem, senhores, usem pensamento de homem sério, venham comungar conosco, lutando em defesa da terrinha amargurada e desprezada devido omissão de alguns políticos.
Querem diminuir o Crato, tirando o bom da cidade, levando-o para si suas reservas com o apoio das autoridades estaduais da capital que nos desprestigiam favorecendo a outra localidade.
Talvez dizemos com muita ênfase, pensam que somos atoleimados e que não sabemos onde temos a venta. Esclarecemos que somos cratenses autênticos e não aceitamos de bom grado esses pensamentos astuciosos.
Não falamos à toa, mas confiamos que Crato é uma cidade revolucionária desde os tempos imemoriais, pois participamos das lutas a Revolução de 1817 e da Revolução do Equador (1824).
Portanto, pedimos que respeitem o Crato e ao mesmo tempo invocamos ao Altíssimo, pedindo luz e determinação, pois com sua ajuda devemos ser gigantes por natureza.

Crato-CE, 11 de fevereiro de 2009

Por: Pedro Esmeraldo

Recado a um amigo – Por: Pedro Esmeraldo

Prezado amigo; sou um fiel defensor de minha terra. Não é à toa que me esforço para ver se encontro algum caminho flexível que tire a cidade do desespero. Cuidando disso há anos infelizmente, não sou compreendido pela massa, vez que a maioria desse povo se queda na resignação
Na semana passada discutia com um amigo, pois reprimia que alguns cratenses deixam de investir em sua terra natal. O amigo não se manifestou favorável dizendo que as pessoas teem de buscar vidas melhores onde lhes for mais conveniente.
Discordo de sua idéia, sendo a minha opinião é que todos devem investir em sua cidade. Prosseguir: As melhores condições de acesso para expandir favoravelmente e trazer a economia do mercado principalmente a agricultura, a pecuária e o comércio.
Não é do meu feitio, meter a colher nas atitudes alheias; mas sou de dar palpite para que mudem o rumo administrativo e venham contemplar seu torrão com boas aplicações nesses setores que citei acima.
Sou daqueles que pensam que em primeiro lugar está a sua terra berço para depois, atender outras localidades. Já imaginou um filho que despreza sua mãe? Para mim seria o maior crime de grande ingratidão desses vassalos modernos. Recrimino com insistência essas pessoas atávicas que não pensam no futuro de sua terra.
Certa vez, isto já faz muito tempo, ouvi um patético político dizer: progresso não se compra, vem naturalmente no decorrer do tempo. Disse para ele que estava errado, e ele era um político atrasado, não tinha condições de exercer as atividades políticas. Afirmava ainda que progresso vem com arrojo e muito trabalho, acompanhado de organização e controle. Considero essas palavras uma aberração, pois o progresso é luta, é planejamento, é dedicação e isto talvez sejam idéias ultrapassadas e obscuras. Outrossim, progresso é desenvolver a educação quer seja moral ou cultural, por isso tem que aprimorar e qualificar o desenvolvimento educativo, com expansão de industrial, com elevado índice de trabalho que posteriormente colham resultados lucrativos.Fiquei decepcionado com esse cidadão. Considero “persona non grata” o que vem deixar decepcionados todo o cidadão comum. visto que esse dito cidadão se tornou contemplado como prefeito do Crato, que se tornou alheio ao desenvolvimento. E o pior, afirmo com categoria:atrasou o Crato por vários anos, o que é uma pena. Ah Crato velho sofredor!.

Por: Pedro Esmeraldo

Seminário visto da Rua José de Alencar – Por: Emerson Monteiro

Acorda Crato – Por: Pedro Esmeraldo

Durante muitas décadas, Crato vem sofrendo um abalo sísmico causado pela fraqueza de nossos administradores. Esses homens não souberam se elevar diante das vicissitudes fragilizadas por homens incapacitados para dirigir o destino da cidade.
Abrimos espaços para acordar o povo desta cidade que ora dorme, sem reagir, esperando que tudo melhore com o tempo. Avisamos que diante dos acontecimentos tenebrosos não se deve esmorecer, mas partir para a luta. Agora mesmo, lembramos que uma sucessão de homens fracos foi contemplada para dirigir esta cidade com pouca determinação; até agora os ditos homens só teem mostrado fraqueza no comando de desta terra. Não avançam o sinal de desenvolvimento. E o pior é que todos titubeiam nos mesmos erros, sem saber qual direção devem seguir. Ontem mesmo, estávamos discutindo com pessoas amigas, observando os erros desses homens que se dizem administradores e seguram o barco, sem nenhuma perspectiva para que empurrar na direção certa, trazendo grandes investimentos que poderão mudar a face da cidade. Por isso, devemos lembrar que os atuais cidadãos do Crato não lutam com amor à terra e beneficiam com projetos industriais, educativos, turísticos e agrícolas ultrapassados. Devemos lembrar a todos os cidadãos comuns que invistam em nossa terra não deem valor a outras localidades, como é de costume, pois lembramos o pensamento histórico:

Deem ao Crato o que é do Crato. Hoje em dia, assim pensamos: Acreditamos no Crato, já que temos como lema: O arrojo, a luta árdua, o amor à terra e ainda dizemos, quem foi rei sempre será majestade. Contudo, confirmamos, temos que mudar o sistema de trabalho; trazer grandes investimentos; brigar pelas causas justas; abrir caminhos; e acelerar a boa vontade da população. Com esses métodos, Crato será contemplado com riquezas sólidas. Devemos aproveitar o comprometimento turístico, além de equilibrar o progresso da terra, aproveitando as riquezas do solo do Vale dos Carás, com grandes incentivos agrícolas e pecuários. Só terminamos dizendo: Crato é luta, é trabalho, é desenvolvimento. Basta querer, e querer é poder. Acorda Crato!
Crato apenas dorme, e quando acordar o Cariri se estremecerá.

OBS.: Por solicitação do autor e autorização do blog.

Por: Pedro Esmeraldo

Telma Brilhante no ICC – Por: Emerson Monteiro

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