

Chega a ser um exemplo de competência (mesmo com a qualidade de sua programação questionada, porque “reproduz”, com o sotaque e o jeito cearense de fazer, muita anormalidade assistida nas emissoras sulistas ditas “donas do Brasil”). Ligada ao Sistema Verdes Mares de Comunicação, forte grupo econômico cearense, que também administra a afiliada da TV Globo em Fortaleza. Este mesmo grupo está prestes a colocar uma nova afiliada da Rede Globo, desta vez no Juazeiro do Norte (interior cearense).
O dilema mais que problemático está ai, na mesma casa que acolhe duas emissoras afiliadas da Globo, tem levado em diante o projeto polemizado e ameaçador que é a TV Diário. A emissora cearense cresceu muito em proporções de audiência em todo o Brasil, e agora ameaça determinados nichos de mercado da poderosa emissora sulista (que não pretende ceder espaço aos concorrentes, já que a Rede Record vem aos poucos deixando a Globo para trás, imagina se surge mais uma poderosa em pleno Nordeste?).
Não há clausula no contrato da TV Globo com as afiliadas que citem este item de que é proibido o mesmo grupo possuir outra emissora via satélite para todo o Brasil, entretanto, como a ameaça de perda de pública da Globo agora é uma realidade, esta emissora sulista de TV está pressionado os membros da TV Diário (os seus diretores e todo o seu cast de apresentadores) no sentido de que a TV Diário deixe de ser exibida em rede nacional (via satélite).
O objetivo da Rede Globo é “cortar o mal pela raiz”, é proporcionar um desmonte em tudo o que a TV Diário já conquistou, em poucos anos de vida. A TV do Nordeste corre o risco de ser transmitida apenas em caráter local e alguns pontos do interior do Ceará. Tudo por conta do medo da Globo de perder espaço, audiência, e assim, perder parte dos seus lucros, com a baixa no preço dos anúncios nos blocos de comerciais e patrocinadores.
Os donos do Sistema Verdes Mares e o enigma da censura: seria mais viável financeiramente se aventurar no risco da conquista através da TV Diário em rede nacional, e desta forma perder de vez as duas fortes emissoras afiliadas da Rede Globo no Ceará? Ou ficar engolindo sapo dos inescrupulosos sulistas e fazer a coisa da forma que eles querem, agüentando as chicotadas calados, e ficar com a margem de lucro pequena na TV Diário, mas se manter com a certa arrecadação constante das duas emissoras globais no Ceará?
Diante o caos da escravidão do poder financeiro foi que ontem (20/02) aconteceu uma reunião turbulenta na cúpula da TV Diário (a mesma sede da afiliada da Rede Globo cearense) para comentar este drama de esmagamento geral da Globo sobre a TV do Nordeste entre os seus apresentadores. Infelizmente os diretores das duas emissoras cearenses não se deram de conta nem de separar o ambiente de trabalho da Globo local e da TV Diário (um erro).
A desgraça é que a Rede Globo na frente das suas câmaras é contraria as intolerâncias, e por detrás dos focos prega agressivamente a sua própria intolerância, numa hipocrisia jamais vistas em reconhecer os seus potenciais concorrentes. Está mais do que na hora de uma instituição pública de regulamentação do setor dos meios de comunicações tradicionais começar a intervir na pressão sofrida pela TV Diário ao massacre Global (se é que também já não foi comprada pela moeda do defunto Marinho).
Caso a TV Diário ceda as pressões, coitado do Edson Queiroz (fundador do Sistema Verdes Mares de Comunicação) que deverá estar se roendo por inteiro (esteja onde estiver) na dor de ver o seu projeto de conquista ser encolhido por forças ocultas globais sulistas. Ache bom ou ache ruim, a TV Diário vai abrir mesmo as pernas?, é isto!
Fonte: http://rastreadoresdeimpurezas.blogspot.com/
A sede para abrigar a primeira emissora do Sistema Verdes Mares de comunicação no interior do Ceará já começou a ser construída no Bairro São José às margens da Avenida Padre Cícero, que liga os municípios de Juazeiro do Norte e Crato. Trata-se de uma afiliada da Rede Globo com previsão de alcance para aproximadamente 160 municípios cearenses. Ela representaria o que hoje a TV Verdes Mares atinge com as suas microondas e a direção da Globo está analisando a proposta do SVM em se tratando do raio de penetração.
Com tanto terreno, não haverá necessidade de um pavimento superior. As obras começaram pela terraplanagem da área que é das mais privilegiadas no município de Juazeiro do Norte. A previsão para o prédio ficar pronto é de 90 dias quando se iniciará o processo de montagem do mobiliário e instalação dos equipamentos que já chegam ao Cariri na perspectiva da digitalização. “O Sistema Verdes Mares aposta no potencial da região e abrirá esse canal de TV para valorizar ainda mais esse importante pólo econômico e cultural do Nordeste”, complementou Edilmar.
MUDANÇAS DE NOMES – Ele lembra que se trata da primeira televisão comercial do interior e define como uma “grande conquista para o Cariri e todos nós que fazemos o Sistema Verdes Mares de Comunicação. No mais tardar, a emissora deve estar funcionando no início do segundo semestre de 2009 alcançando todo o Cariri e as regiões Centro Sul, Norte, Maciço do Baturité, dos Inhamuns e Jaguaribana. Será a terceira televisão do Sistema Verdes Mares e a primeira do interior afiliada à Rede Globo, uma das cinco maiores do mundo.
Fonte: Miseria
Fonte: Globo notícias
Por: João Paulo Fernandes

O Primeiro Passo amplia a oportunidade de jovens no mercado de trabalho através de cursos profissionalizantes.
Alunos da rede pública dos municípios de Penaforte, Jati, Porteiras e Brejo Santo serão atendidos, este ano, pelo programa de capacitação de jovens – Primeiro Passo. Para cada município, serão 25 vagas da linha de ação Jovem Bolsista. A adesão entre as prefeituras municipais e o Governo do Estado foi assinada nesta segunda-feira (26/06) durante o “Governo do Ceará em Minha Cidade” realizado nesta segunda-feira, em Penaforte.O Primeiro Passo, executado pela Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), tem o objetivo de ampliar a oportunidade de jovens no mercado de trabalho com a oferta de cursos profissionalizantes. A modalidade escolhida atende a demanda do município e é previamente discutida com os jovens. Em 2007 foram 3.800 alunos capacitados. Em 2008, o número saltou para 5 mil e a meta em 2009 e atender 10 mil jovens, tanto na Capital, como no Interior do Estado. Os cursos mais procurados são: corte e costura, hardware, serigrafia, teatro, turismo, agente de administração, dentre outros.Para ser contemplado com o programa o jovem precisa ter entre 16 e 21anos e estar regularmente matriculado na rede pública de ensino. A prioridade, é atender jovens em situação de vulnerabilidade e risco social. Para cada município integrante do Programa, o Governo destina os recursos para o pagamento das bolsas de ensino, garante o material didático, o fardamento e o lanche dos alunos.
Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado
Por: João Paulo Fernandes

Aproveitanto a deixa do nosso amigo Dihelson, quero aqui comunicar que especialmente hoje, a TV Diário exibirá o filme “Milagre de Juazeiro”, que irá ao ar ás 22:30, no especial Cine Nordeste. 24/01/2009 – Cine Nordeste exibe “Milagre em Juazeiro”
Sinopse: Juazeiro do Norte, 1889. Durante a missa, Padre Cícero preside a cerimônia de comunhão. Ao dar a comunhão a Maria de Araújo, a hóstia se transforma em sangue na boca da beata. Além de reconstituir o fenômeno, o filme documenta as romarias realizadas em Juazeiro e apresenta depoimentos de religiosos e pesquisadores sobre o acontecimento.
Direção: Wolney Oliveira
Elenco: José Dumont, Marta Aurélia, Roberto Bonfim e Antônio Leite
Gênero: Drama, documentário
Duração: 83min
Por: João Paulo Fernandes
punição corrente para esses crimes seja por demais suave, quando comparada com as determinações bíblicas que especificam a pena de morte para a retirada da vida de pessoas que são formadas à imagem e semelhança de Deus. No entanto, esse rótulo de “genocídio homossexual” é curioso, estranho e intrigante.
O autor da carta e da expressão é um militante da causa homossexual, de presença amiúde nas páginas dos jornais. Com um currículo impressionante, ele é Chefe do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia; membro da Comissão Nacional de Aids, do Ministério da Saúde (CNAIDS) e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça. Para que não paire a falsa idéia de que ele é prestigiado apenas pelo presente governo, o Sr. Luiz Mott foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.
Ele é um dos principais promotores da chamada “lei contra a homofobia” (PLC 122/2006), que tramita no Senado Federal e que já foi alvo de alguns posts neste Blog (veja aqui, aqui e aqui). Promove, também, outras leis semelhantes que estão sendo aprovadas por municípios e estados desse nosso país. Uma das pérolas nauseabundas de sua lavra é um texto no qual coloca em dúvida a historicidade de Jesus, para, a seguir, afirmar que se há qualquer veracidade nos relatos bíblicos, o que sobressai é um Jesus que é sodomita ativo e um apóstolo João como um de seus amantes. Paro por aqui, sem entrar em detalhes mais obscuros e pornográficos de outros textos de sua autoria e promoção. Informo, em adição, que o Luiz Mott tem contestado algumas acusações que tem recebido, em vários blogs, nesta sua página.
Interessa-me, na realidade, analisar a sua expressão e a divulgação freqüente de que atravessamos um “genocídio homossexual” em nosso país. Uma das estatísticas mais utilizadas (faça uma pesquisa no Google) é a de que “a cada três dias um homossexual é assassinado no Brasil” (veja, por exemplo, aqui e aqui). Essa tem sido a principal bandeira para promover o malfadado Projeto de Lei já mencionado, supostamente contra a homofobia. Recentemente, estive em um evento e ouvi um Ministro de Estado repetir essa mesma estatística, sem pestanejar, nem ponderar. A inferência desse número, é que isso retrataria uma brutalidade e ataque intenso aos homossexuais em nosso país. Os gays necessitariam, portanto, da proteção dessa lei contra tal intolerância. Para chegar a esses números, e afirmar que, no Brasil, “tivemos 122 mortes, neste ano, superando o México e os Estados Unidos”, Mott compilou os seus dados através do método duvidoso de referir-se às notícias dos jornais, por inexistência de “estatísticas oficiais”. Segundo Mott, o Brasil atravessa um “homocausto” (trocadilho que procura associar a morte de homossexuais ao Holocausto)!
Repetindo, acredito na lei de Deus e em seus princípios de justiça, bem como na dignidade humana. Repudio, portanto, qualquer tipo de assassinato ou crueldade contra qualquer pessoa. Sobre essas estatísticas e sobre a terminologia que está sendo utilizada, entretanto, pondero o seguinte:
1. Em primeiro lugar, a utilização da expressão “genocídio” é interessante, curiosa e contraditória. A palavra tem a sua origem com o trabalho do judeu polonês, Raphael Lemkin, que protestava as ações dos “atos bárbaros” da Alemanha nazista. Em 1944, ele cunhou o termo em seu livro “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”. Lemkim pegou a palavra grega “genos”, que significa “raça”, “tribo”, “grupo étnico”, unindo-a ao sufixo latino “cidium”, que significa “ato de matar”, “assassinato” – resultando na palavra genocídio, ou seja, o assassinato de uma raça ou de um grupo étnico. Quando um homossexual se refere a assassinatos de homossexuais como sendo “genocídio homossexual”, está atribuindo um determinismo genético ao homossexualismo (equacionando a prática com “raça”, “tribo”, “grupo étnico”). Ocorre que, curiosamente, eles próprios têm se posicionado contra a noção de que existe uma inclinação biológica ou genética à prática. Afinal, uma das grandes bandeiras do movimento gay é sobre “o direito de opção sexual”: ser-se aquilo que se quer ser, em vez de procurar ser aquilo que biologicamente são. Rebelam-se contra a noção de que Deus criou dois sexos, e não três ou quatro. Colocam na pessoa a definição de sua sexualidade, e não no Criador. Pois bem, ao clamar “genocídio”, contradizem-se em sua própria argumentação.
2. Segundo, alguma coisa está sendo perdida nessa estatística. A cada ano, 50.000 brasileiros são assassinados, o que dá 138 brasileiros por dia, ou 414 a cada três dias. Se a questão é que “um homossexual é assassinado a cada três dias”, isso dá 1 a cada 414 pessoas. Ou seja, 0,25% dos assassinatos totais.
3. Ocorre que “… o movimento gay declara que o número de homossexuais na população brasileira atinge o percentual de 10%…”. Juntando essas duas afirmações, se verídicas (procedem, ambas dos grupos gays) chega-se à conclusão que morrem menos homossexuais do que o restante da população (414 x 10% = 41). Isto é, morrem 40 vezes menos homossexuais do que heterossexuais. De acordo com essas estatísticas distorcidas, a melhor forma de escapar com vida, no Brasil, é virar gay.
4. A questão, que essa discussão evita, é que mata-se indiscriminadamente no Brasil e isso não é restrito a um segmento ou grupo em particular. É verdade que falar genericamente dos assassinatos, da falta de lei, da violência contra os cidadãos, não “dá mídia” nem impressiona tanto, quanto as estatísticas do Mott. Por exemplo, o movimento Rio de Paz fez recente manifestação nas praias cariocas apontando a cruel estatística de que somente nos últimos dois anos, na cidade do Rio, há o registro de 9.000 desaparecidos. Destes, 6.300 foram presumidamente assassinados e nunca retornarão aos lares. Vários desses foram mortos com requintes de crueldade, no chamado “micro-ondas”, onde as pessoas condenadas a morrer são colocadas em pneus nos quais toca-se fogo, carbonizando a vítima. Esse “crematório individual”, praticamente impede a identificação dos restos mortais. Isso é um arremedo tropicalizado, mais sofisticado e mais cruel, daquilo que a gang de Winnie Mandela, na África do Sul (conhecida como Mandela Football Club) praticava contra os desafetos (lá, era um pneu, só, em chamas, colocado ao redor do pescoço), nas décadas de 70/80. Antônio Carlos Costa (líder do Rio de Paz) aponta que se fez um escarcéu enorme com 138 ativistas políticos que desapareceram na época do regime militar, mas ninguém aparenta dar a mínima com esses desaparecidos e essa matança indiscriminada de agora.
5. É curioso, portanto, que um grupo específico, manipule dados e formule estatísticas enganosas. É intrigante, que na contabilidade do Sr. Mott, homossexuais só morrem – eles não matam. É surpreendente como realidades são ignoradas, como no caso desses assassinatos mencionados no início deste texto, no Parque dos Paturis, em Carapicuíba ninguém aponta que o principal suspeito, preso em 10 de dezembro de 2008, um ex-PM, aparenta ser igualmente homossexual. Ele procurava encontros naquela localidade (uma das testemunhas informou que esteve com ele em um motel, nas vizinhanças). A mídia Esquece que os “ativos” são igualmente homossexuais. E assim, com essas frases e “estatísticas” de efeito, contando com apoio e projeção governamental, os gays e simpatizantes procuram impor uma lei da mordaça heterofóbica, sob o suposto manto de uma pretensa proteção à violência social que impera em nossas plagas; quando a violência não enxerga cor, raça ou sexo. Pior, ainda, é que essa lei é voltada contra as convicções e liberdades religiosas; contra princípios de acato à instituição da família, em vez de contra criminosos de verdade e assassinos de fato.
A triste realidade é a de que o governo tem abdicado de suas responsabilidades de proteção à vida, como sendo a prioridade número um de suas funções. Sofrer violência não é característica de um grupo específico, mas é conseqüência da impunidade e da omissão do estado. Provavelmente deveríamos formar um grupo: os OHEB – Órfãos Heterossexuais do Estado Brasileiro. Quem sabe conseguimos promulgar uma lei que nos proteja?
Por: João Paulo Fernandes
O funk deve ser definido como forma de manifestação cultural popular. É o que propõe projeto de lei do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que lembra que gêneros como samba e maxixe também já foram alvo de preconceito. O projeto também determina que o Poder Público deve garantir as condições para a democratização da sua produção e veiculação musical.* Essa eu quero ver o Dihelson comentar!
fonte: http://vermelho.org.br/
Por: João Paulo Fernandes
.